sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Piadas: Pessoas Cultas

O Mundo é a Sua Cara apresenta: piadas retiradas do livro 'Desordem no tribunal'. São coisas
que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente
pelos taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos quando estes diálogos
realmente aconteciam à sua frente. autor desconhecido


**Advogado : Qual é a data do seu aniversário? **
Testemunha: 15 de julho.
Advogado : Que ano?
Testemunha: Todo ano.
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**Advogado : Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória? **
Testemunha: Sim.
Advogado : E de que modo ela afeta sua memória?
Testemunha: Eu esqueço das coisas.
Advogado : Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha
esquecido?
**____________________________________________ **

**Advogado : Que idade tem seu filho? **
Testemunha: 38 ou 35, não me lembro.
Advogado : Há quanto tempo ele mora com você?
Testemunha: Há 45 anos.
______________________________ **______________**

**Advogado : Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou
aquela manhã? **
Testemunha: Ele disse, 'Onde estou, Bete?'
Advogado : E por que você se aborreceu?
Testemunha: Meu nome é Célia.
**____________________________________________**

**Advogado : Me diga, doutor... não é verdade que, ao morrer no sono, a **
pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?
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**Advogado : Seu filho mais novo, o de 20 anos... **
Testemunha: Sim.
Advogado : Que idade ele tem?
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**Advogado : Sobre esta foto sua...o senhor estava presente quando ela foi
tirada? **
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**Advogado : Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto? **
Testemunha: Sim, foi.
Advogado : E o que você estava fazendo nesse dia?
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**Advogado : Ela tinha 3 filhos, certo? **
Testemunha: Certo.
Advogado : Quantos meninos?
Testemunha: Nenhum
Advogado : E quantas eram meninas?
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**Advogado : Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?**
Testemunha: Por morte do cônjuge.
Advogado : E por morte de que cônjuge ele acabou?
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**Advogado : Poderia descrever o suspeito?**
Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
Advogado : E era um homem ou uma mulher?
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**Advogado : Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas
mortas?**
Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...
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**Advogado : Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua
resposta deve ser oral, Ok? Que escola você freqüenta? **
Testemunha: Oral.
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**Advogado : Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o
corpo da vitima? **
Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.
Advogado : E o sr. Décio já estava morto a essa hora?
Testemunha: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu
estava fazendo aquela autópsia nele.
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**Advogado : O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de
urina? **
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********* Essa é a melhor ******** **

Advogado : Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da
vítima?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor checou a pressão arterial?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor checou a respiração?
Testemunha: Não.
Advogado : Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a
autópsia começou?
Testemunha: Não.
Advogado : Como o senhor pode ter essa certeza?
Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
Advogado : Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito em
algum lugar!!!*

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Piada:TRÊS NAMORADAS

PIADAS EM O MUNDO E A SUA CARA
Um homem tinha três namoradas e não sabia com qual delas deveria se casar. Resolveu, então, fazer um teste para ver qual estava mais apta a ser sua mulher. Tirou R$ 15 mil do banco, deu R$ 5 mil para cada uma e disse: - Gastem com o que quiserem. A primeira foi ao shopping, comprou roupas, jóias, foi ao cabeleireiro,salão de beleza, etc.. Voltou para o homem e disse:

- Gastei todo o seu dinheiro assim para ficar mais bonita para você, para lhe agradar.Tudo isso porque amo você.
A segunda foi ao mesmo shopping, comprou roupas para ele, um CD player,uma televisão tela plana, dois pares de tênis para jogar basquete, tacos de golfe e filmes pornô. Voltou para o homem e disse:

- Gastei todo o seu dinheiro assim para lhe fazer mais feliz, lhe agradar.Tudo isso porque amo você.
A terceira pegou o dinheiro e aplicou em ações. Em três dias duplicou o investido, retornou os R$ 5 mil para o homem e disse:

- Apliquei o seu dinheiro e ganhei o meu. Agora, se eu gastar, não será do seu dinheiro. Tudo isso porque eu amo você. Então o homem pensou,
Pensou.... Até chegar a uma conclusão

E escolheu aquela que tinha a bunda maior!!

CARTA ABERTA AO BRADESCO

CARTA ABERTA AO BRADESCO
Senhores Diretores do Bradesco,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço.
Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra 'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muitoprofissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.

? ? Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito'
- equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'.
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa & #39;taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.
Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'p ara a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquant o estive nas instalações de seu Banco.


Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso.
Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, voces concordam o quanto abusiva.!?!

mensagem recebida por email, em nome de Alexandre Campinas.